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Criatividade interior e criatividade exterior: você já ouviu falar nessas categorias?

Nós temos tudo para sermos pessoas extraordinárias nos dias de hoje! 

Eu comecei este artigo com essa afirmação e daqui posso escutar sua voz interior dizer “Olha bem para 2020, perceba o caos que estamos vivendo em todos os aspectos e me fala onde está essa oportunidade de ser tão genial que eu não tô vendo”. E até que ela está certa, são tempos difíceis, mas se olhar por outra perspectiva, você irá concordar comigo: nunca houve tempo melhor do que agora para investir em criatividade, principalmente na criatividade interior.

Embora o atual cenário não seja nem de perto o mais empolgante, de maneira geral, temos muitos recursos tecnológicos, maior acesso à informação e uma visão de mundo mais abrangente. Precisamos lembrar também que as crises são como faíscas prontas para reacender o potencial criativo e que as dificuldades e as mudanças de paradigmas andam de mãos dadas, escondendo respostas para problemas de diferentes aspectos. Se você tem dificuldade de enxergar as coisas por esse lado, que tal se comprometer a desenvolver a criatividade? Fique com essa provocação! 😛 

O que é desenvolvimento criativo? 

Entre os milhões de significados, podemos dizer que a criatividade é um ato mental, que representa a capacidade de combinar sons, informações e imagens, muitas vezes sem qualquer conexão lógica com o mundo exterior, para resolver problemas e criar coisas novas. Mesmo que cada pessoa tenha sua maneira de expressar ideias e pensamentos, todos sabemos misturar conceitos, buscar soluções e possuímos habilidades que podem ser aprimoradas. 

De acordo com um estudo feito em Harvard, a criatividade é uma habilidade que pode ser aprendida. Isso significa que podemos melhorá-la, buscando maneiras de estimular as funções cerebrais, vivendo novas experiências, aprendendo coisas novas e treinando o olhar. Não existe uma regra para que o desenvolvimento criativo aconteça, mas exercícios de associações, uma rotina de leitura, observação e a curiosidade aguçada podem ajudar.

Uma boa forma de pensar na criatividade é como a exploração de um novo significado em contextos antigos ou atuais. Você pode pegar uma informação que está armazenada no seu repertório mental e aplicar na situação do momento. Na maioria das vezes, isso implica em abrir mão de conceitos anteriores para ter a visão que te levará para a saída. Essa flexibilidade interior está diretamente ligada ao seu desenvolvimento criativo pessoal. Ela mantém sua mente aberta para pensar de maneiras diferentes e olhar o mundo de outra forma.

É muito comum associarmos ser criativo só com criar coisas novas ou resolver problemas, mas essa flexibilidade e a coragem para mudar de ideia também nos torna criativos. Aliás, vamos pensar em um indivíduo que descobre uma maneira menos egoísta de se relacionar com as outras pessoas e o mundo. Essa pessoa “criou” uma nova maneira de agir perante a sociedade, então, concordamos que ela teve um ato criativo, né? 

Conhecer várias definições do que é criatividade nos permite levar uma vida mais criativa em todos os aspectos. Por isso, vamos entender essas duas categorias! 

Atos de Criatividade Exterior

Essa aplicação da criatividade é aquela que rende produtos para o ambiente exterior. Bons exemplos são descobertas que apresentam soluções ou transformam algo nos contextos que já existem, como obras de arte, invenções tecnológicas e descobertas científicas. No mundo corporativo, podemos pensar nas estratégias encontradas pelo time de marketing para atingir metas de vendas. 

Atos de Criatividade Interior 

Aqui estamos falando da transformação criativa do eu interior. Ela proporciona um produto subjetivo, mas visível e que pode ser detectado. A criatividade individual, como Abraham Maslow nomeou, envolve a descoberta de um novo contexto de vida ou um novo jeito de viver. Os atos podem ser exercidos em diferentes proporções, sempre considerando a individualidade e o contexto de cada pessoa. Quer um exemplo bem claro? Pense em como Buda e Jesus tiveram muita criatividade interior em sua essência e em como viveram de maneira diferente em um mundo que é “igual” para todas as pessoas.

Quanto mais estudo sobre o assunto, mais me convenço de que dificilmente poderemos definir exatamente o que é a criatividade sem diminuir toda sua mágica. Se ela fosse uma pessoa com um perfil no Orkut, eu aposto que sua frase de perfil seria “Quem se descreve, se limita”. Podemos chamar de ferramenta, de técnicas, de processos, mas sempre com cuidado para não diminuir o que ela representa. Há diferentes aplicações para a criatividade e o mais legal da vida é que não precisamos escolher só uma para usar! 

Quando buscar por grandes ideias e trabalhar para executá-las se torna um estilo de vida, tudo vira uma oportunidade para que você seja extraordinário. Depois que se envolve com a criatividade, seja qual for a categoria ou os meios de aplicação, sua forma de olhar as perspectivas muda. É por isso que um dos valores do Canal Big Bag é #CompromissoComaTransformação, porque acima de tudo, é isso que a vida criativa representa para mim! 

Ah, quero me despedir com uma indicação de livro para você que se interessa por pensar no potencial criativo além dos conceitos básicos, entendendo mais sobre criatividade interior: Criatividade para o Século 21, de Amit Goswami. Ainda estou na metade da leitura, para ser sincera, não sei se bem estou gostando, mas já anotei bastante coisa nova e tenho visto conceitos interessantes de se pensar! 🙂 

2 thoughts on “Criatividade interior e criatividade exterior: você já ouviu falar nessas categorias?

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